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eLíderes
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Edição 19
03 de Outubro de 2005
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A GRAMA NASCE PARA SER PASTADA
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Existem justificativas para todo na vida. O acomodado usa a inteligência para se justificar. O inconformado para se libertar.
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Por Sergio Naguel
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Lembre-se sempre: seja o que for que lhe digam, você pode aceitar esta informação de duas maneiras. Você pode aceitar tudo sem discutir, baseado na autoridade de quem lhe fala ou você pode ouvir qualquer coisa que lhe dizem, escutando com bastante atenção, agindo para entender a mensagem e aí sim chegar às suas próprias conclusões, inclusive, se vai ou não implementar em sua vida.
Qualquer coisa que te dizem, é próprio de quem diz. Está profundamente enraizado nesta pessoa. Você pode até chegar a conclusões semelhantes, mas elas nunca serão as mesmas. Assim, não faça das conclusões alheias as SUAS conclusões. Você deve agir para entender e aprender, mas você não deve acumular conclusões dos outros. Só dessa forma  você  poderá crescer.
A palavra discípulo é, de maneira geral, mal empregada ou entendida. Chamam alunos de discípulos, e professor de mestre. O resultado fica distorcido.
Mestre é ALGO que indica um caminho e o discípulo é ALGUÉM que, tendo compreendido, segue sua própria compreensão. Para que isso se dê é necessário que  o discípulo esteja preparado e atento para as lições proposta. Deve haver humildade por parte de quem se sente preparado para ser discípulo.
A questão é: quem são os nossos mestres ? Como podemos reconhecê-los?  Os nossos mestres podem ser pessoas ou situações que nos convidam a viver uma lição. Não são só pessoas iluminadas ou idosas, de cabelos brancos e  longos, vestindo uma bata branca e segurando um cajado.O mestre pode ser o seu inimigo. O mestre pode ser um espelho. São as situações que você vive e os resultados que você obtém que são os seus verdadeiros mestres.
Um mestre propôs a seu discípulo que tomassem chá antes de começarem a trabalhar. Preparou o chá com todo o ritual que um chá e um visitante merecem. Na hora de servir o chá, encheu a xícara do discípulo até que a xícara transbordasse e ainda assim, não parou de despejar chá na xícara. O discípulo perguntou a razão para aquilo. O  mestre respondeu então que como a xícara, o discípulo também já estava cheio, pleno de conhecimentos e informações e que tudo o que ele lhe pudesse dizer também iria transbordar. Nada seria retido. A lição aqui é: para aprender é imperativo que se esvazie as nossas xícaras.
Permita, neste momento, fazer a seguinte pergunta: quais são as lições que seus mestres puseram a sua disposição e você se recusou a aprender?
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.: Comentários
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Roseli
Enviado em 04/10/2005 -
09:50:01
Olá Sérgio,
Depois de ler o texto, lembrei de quantas vocês estive cheia de mim mesma para aprender. E que no trabalho encontramos muita gente, senhores de si, repletos de si mesmos para trabalhar por um objetivo comum.
É uma lição e tanto esvaziar-se, ser humilde para ouvir o mestre, mesmo que ele seja o desafio a ser enfrentado.
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Norma M. de M. Assunção
Enviado em 22/10/2005 -
10:25:08
Com certeza muitas lições Naguel deixaram de ser aprendidas pois de forma consciente ou não, seja lá porque desculpa foi, nos recusamos a aprender.
Valeu!
Sucesso e um forte abraço
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