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Se fizéssemos uma analogia entre a vida e um belo e potente avião, onde encontraríamos a maioria da população do nosso planeta? Na cabine, pilotando o avião ou sentadinha como passageiro olhando passivamente pela janelinha? É mais cômodo permanecer como passageiro mas, é muito mas muito importante estar na cabine pilotando o seu próprio avião. Podemos e devemos ser pilotos.
Muitos vivem só porque estão vivos. Vivem sem terem um objetivo a alcançar, não estabelecem metas desafiadoras, e muito menos são capazes de estimar o que estarão fazendo daqui a 3 ou 5 anos?
Dentre as muitas atividade executadas pelo nosso organismo, o pensar é totalmente autônomo e constante. Isto quer dizer que não é possível parar de pensar. A gente pensa o tempo todo até mesmo quando estamos dormindo. Nestes pensamentos aparecem coisas racionais e coisas emocionais. As partes racionais são perfeitamente possíveis de serem manejadas adequadamente. Já quando se fala dos nossos sentimentos aí a coisa muda totalmente de figura.   Quem seria capaz de controlar a chegada dos seus sentimentos? Impedir que eles brotassem dentro dele? Ninguém. Muitos jovens, e adultos também, sentem-se como prisioneiros apesar de serem livres, verdadeiros escravos da sua raiva, medo, tristeza, arrogância que escravizam suas partes racionais e as subjugam.
Ser o piloto da sua aeronave não pressupõem que você não possa falhar ou chorar, sentir medo. Ser o piloto do seu avião é ser capaz de dar a volta por cima, rir de seus erros e aprender com eles, viver plenamente o único momento que existe, o momento presente e se determinar a não ser refém das sua emoções doentias. Ser piloto do seu avião é estar presente, consciente, perceptivo. Significa liderar a si mesmo.
Porém, e isto serve de alerta para os que se julgam independentes, ninguém se constrói sozinho. Todos necessitamos de ajuda. Mais cedo ou mais tarde as pessoas se darão conta disto.
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